"... a minha bolsa cheia de fraquezas e bobagens, e de minúsculos grãos de coisas menores que uma semente de mostarda, e de redes intrincadamente tecidas que, quando laboriosamente desatadas, contêm um seixo azul, um cronômetro imperturbável marcando o tempo de outro mundo e o crânio de um rato; cheia de começos sem fins, de iniciações, de perdas, de transformações e traduções, de muito mais truques do que conflitos, muito menos triunfos do que armadilhas e ilusões; cheia de naves espaciais que ficam presas, missões que falham e pessoas que não entendem."
In: A FICÇÃO COMO CESTA: UMA TEORIA.
URSULA K. LE GUIN

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